sábado, 30 de julho de 2011
COMUNICADO IMPORTANTE!
GENTE! KKKKK eu sempre me perco nas minhas fanfics, entãoooo, eu SEMPRE recomeço! pra eu não excluir esse blog, caso vocês não gostem da que eu estou começando a fazer, eu fiz outro > http://webreathejemi.blogspot.com/ < comecei outra fanfic ai, arrumei tudin! KKK espero que vocês gostem! comentem, e me sigam lá! E caso vocês não gostem da nova, é só avisar, que eu vejo se eu continuo essa '-' Beijo!
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
11°Capítulo: Fique comigo.
Narrado por: Demi.
- Demi, não diga uma coisa dessas. - ele disse, chorando.
- Como não? Joe, não fala mais comigo. Se não for pra ficar com você...
Ele me beijou.
- Fique comigo. - ele disse.
- Eu... Eu realmente não te entendo... - eu disse, chorando.
- Só diga que sim. - ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. Olhou fundo em meus olhos, e me beijou novamente.
Meu coração começou a disparar. Eu estava sem fôlego.
- Eu preciso de você.
- Eu preciso de você. - eu repeti.
- Você é a garota certa pra mim.
- Nunca mais diga que você não é o garoto certo. Eu sei que é.
Ele beijou meu pescoço.
- Nunca mais Demi. - ele me abraçou.
O seu cheiro me deixava louca. Ele era simplesmente irresistível.
Aquilo parecia um sonho.
- Me desculpe por ontem.
Eu coloquei meu dedo na boca dela.
- Shiu. Bobo. - eu o beijei.
- Nunca me apaixonei tão rápido por alguém.
- Você só estava me esperando. - nós rimos.
- Sim. Eu sabia que eu encontraria a garota certa pra mim.
- Vamos, saia da porta. - eu ri. - Sente.
Fomos até o sofá.
- Seus pais, aonde estão?
- Saíram.
- Eu quero conversar com eles.
- Vai contar que...
- Que estamos juntos.
- Mas... Estamos namorando... Se-Seriamente? - eu gaguejei.
- E não estamos? - ele disse. - Você é minha agora. E eu não sei por que eu demorei tanto pra te encontrar. - ele beijou meu nariz.
- Não me mate, Joe. - eu ri, e deitei a cabeça em seu ombro.
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
10°Capítulo: Pesadelos.
Narrado por: Demi.
- Mãe, obrigada por ter me entendido... Eu... Eu estou muito mal...
- Querida, mãe é pra essas coisas. - ela sorriu. - Bem, vou te deixar aqui agora. Qualquer coisa, me chame. Tá bem?
- Ok mãe. E por favor... Não diga nada ao mu pai...
- Tudo bem.
Ela foi embora.
Eu rolei na cama, e comecei a soluçar de tanto chorar. Eu peguei o celular, e vi as chamadas recebidas. Lá, estava o número dele, e então, resolvi ligar. Simplesmente ninguém atendeu.
Eu estava desconsolada. De tanto pensar nele, adormeci.
Ele invadiu meus sonhos.
- Joe! - eu gritei.
- Demi...
- Por que você fez isso comigo? Por que? Meu coração está apertado. - eu chorava.
- Demi... Eu não sou o cara certo pra você. Acredite em mim!
- Por que...?
- Todos dizem que eu não sou o cara certo pra nenhuma garota. Muito menos pra você. Eu não quero te machucar.
- Já está machucando.
- Eu não queria! Eu não queria que nada disso estivesse acontecendo! Mas eu não pude controlar meus sentimentos.
- Se você me ama, fique comigo! Eu te imploro. - eu o abracei. Ele me apertou, e começou a chorar.
Eu olhei em seus olhos, e ele me beijou. Tudo parecia tão real, que eu pude sentir o gosto em minha boca. Eu precisava dele.
- Joe, fique comigo.
- Não posso, Demi... Não posso... - ele se afastou, e sumiu.
Eu acordei, gritando.
- Demi, o que foi? - minha mãe entrou no quarto.
- Mãe... Eu sonhei com ele... Mãe, eu preciso dele... - eu a abracei.
- Vá falar com ele, filha. - ela estava triste.
- Eu não quero, mãe... Não! - eu me afogava em lágrimas.
- Tente dormir, anjo. - ela estava mal por mim.
- Eu não vou conseguir...
- Vai sim! Tente...
- Mãe, fique aqui? Me espere dormir? Por favor...
- Tá bem. - ela me colocou nas pernas, e começou a mexer em meu cabelo.
Me lembrei de quando eu era pequena, e ela fazia isso comigo nas noites em que eu não conseguia dormir.
Alguns minutos depois, cai no sono novamente. Eu fiquei melhor em não ter sonhado com ele, de novo.
Acordei. Eram oito horas da manhã. Escovei os dentes, tomei um banho, e fui até a cozinha. Encontrei um bilhete grudado na geladeira.
"Querida, eu e seu pai saímos. Fomos até a casa da sua tia. Voltaremos a noite. Tem comida na geladeira, é só você esquentar quando quiser comer. Fique bem meu anjo!
Te amo, mamãe."
Eu não estava com fome. Me joguei no sofá, e fiquei por lá, assistindo televisão.
As lágrimas começaram a sair novamente, assim que ele voltou a passear em meus pensamentos.
De repente, a campainha tocou. Abri a porta.
- Jo-Joe. - eu disse, enxugando o rosto.
- Demi... - ele estava com os olhos vermelhos.
- O que faz... Aqui?
- Eu vim falar com você.
- Entra... - mais lágrimas começaram a pular de meus olhos.
- Olha... Demi... Me desculpe... Por ontem. Eu não queria ter te dito aquilo...
- Mas já disse. E... E eu não entendo... Por que você não é o cara certo pra mim?
- É uma longa história, Demi... Olha...
- Eu não quero te ouvir... - eu tapei os ouvidos. Ele segurou meus braços e olhou em meus olhos.
- Me escuta, por favor. Eu te amo mais do que tudo.
- Se me amasse, não estaria me fazendo sofrer... Talvez... Fosse melhor se agente não tivesse se conhecido.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
9°Capítulo: Depressão.
Narrado por: Demi.
Eu permaneci ai, parada. Eu queria correr atrás dele, mas meu coração dizia não. Tomei coragem, e voltei pra casa.
Assim que cheguei, respirei fundo, e assim que olhei pro lado, lá estava ele. Sentado em frente a sua casa, com as mãos na cabeça. Eu me aproximei, o chamando.
- Joe.
- Me deixe, Demi. Por favor. - ele disse.
- Precisamos conversar sobre...
- Demi, por favor! - ele levantou a cabeça, e estava chorando.
- Jo-Joe! Por que você está, chorando? - eu me ajoelhei na frente dele.
- Por que eu não queria ter te beijado.
- Mas... Você disse que gostava de mim, e que não conseguia parar de pensar em mim!
- E eu realmente gosto! E não parei de pensar em você por nenhum instante. Mas eu não quero te magoar! - ele se afogava em lágrimas.
- Co-Como assim?
- Eu não quero te magoar. Não podemos ficar juntos. Eu não sou o cara certo pra você.
- Mas...
- Me deixa, Demi. Por favor. - ele se levantou, entrou em casa e bateu a porta na minha cara.
Eu me levantei do chão, e fui até a minha casa. Algumas lágrimas quiseram pular pra fora de meus olhos, mas eu não permiti isto. Respirei fundo, e entrei.
- Oi mãe, pai. - eu disse, com um sorriso mentiroso.
- Olá querida. - minha mãe disse.
- Como foi o passeio? - meu pai perguntou, sentado no sofá.
- Foi... Foi bom. - eu sorri.
- Bem, Demi... Quero falar com você. - minha mãe disse.
- Agora não, mãe. Preciso me deitar, não estou me sentindo bem.
- Demi...
Eu subi as escadas depressa, entrei no quarto, batendo a porta. Me joguei na cama, e deixei as lágrimas caírem.
Como ele pôde fazer aquilo comigo? Eu estava completamente apaixonada por ele, e ele fez aquilo. Idiota. Eu disse, pra mim mesma, chorando a cada vez mais.
De repente, bateram na porta. Era minha mãe.
- Vai embora, mãe! - eu disse, gritando.
- Filha, me deixe entrar!
Eu levantei, fui abrir a porta, e voltei, correndo até a cama.
- O que foi, querida? Está chorando! - ela disse, se sentando ao meu lado, e fazendo carinho em mim.
- Mãe, eu preciso conversar com você. - eu enxugava as lágrimas.
- Sim, sim! Claro!
- Eu estou apaixonada pelo Joe, mãe. - eu a abracei.
- Awn querida! Ele já sabe? - ela sorriu.
- Sabe, e ele também gosta de mim. Nos beijamos hoje.
- Isso é bom! - ela riu. - Mas... Então... Por que está chorando?
- Por que ele disse que não devia ter feito aquilo, e que não é o garoto certo pra mim.
- Como assim? - ela não entendeu.
- Nem eu sei, mãe. Nem eu sei... - eu molhei o ombro dela com tantas lágrimas.
- Querida, já tentou peguntar pra ele? Oh Deus... Não fique assim... Quando você está amando... Essas coisas acontecem.
- Mas eu não queria que fosse assim, mãe. Jamais.
Eu fiquei feliz por ela ter me entendido.
Respondendo comentários.
Jéssica: AAAAAA *-* KKKK que bom que tá gostando manola!
Franciely: sua taradinha manola G.G KKKK Que bom que gostou *-*
Flávia: haha *-* Sabe, não sei se ela vai atrás dele u.u KKKK Por favor, não fique sem unhas G.G KKK
Respondendo comentários.
Flávia: awn haha *-* Fico feliz em saber que gostou! SHAUSHAUI postei mais, olha lá!
Jéssica: Postei lá manola! te amo s2
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
8°Capítulo: Eu preciso tanto dele.
Narrado por: Demi.
- Qual é! Viramos amigos. Eu jamais... Vou te deixar sozinha. - ele disse.
- Fiquei feliz em ouvir isso.
- Demi... Eu acho que... Preciso falar agora com você.
- Mas... Eu não vou poder sair de casa a esta hora da manhã! Por que agente não sai hoje? A tarde?
- Tudo... Bem... - ele suspirou.
- Bom... Acho que tenho que desligar agora. Tchau.
- Tchau, Demi.
Nós desligamos o telefone.
Eu me virei na cama, e mordi o travesseiro. Eu precisava dele mais do que qualquer coisa no mundo. Eu estava completamente apaixonada. Foi amor a primeira vista, e aquilo realmente havia mexido comigo. Eu precisava dos lábios dele. Eu precisava sentir o cheiro dele, novamente. Eu só precisava dele.
Fiquei pensando nele por mais alguns minutos, e então, adormeci. Quando acordei, eram nove horas da manhã. Me levantei, escovei os dentes, tomei um banho, e me arrumei.
Fui até a cozinha tomar o meu café da manhã, junto a meus pais.
- Bom dia mãe, pai. - eu disse, sorrindo.
- Bom dia querida. - eles responderam.
- Tudo bem? - meu pai disse.
- Tudo, pai.
- Está feliz. - ele disse, sorrindo.
- É que... Eu gostei muito de vir pra cá. - eu ri.
- Bom... Ficamos muito felizes em saber disto, querida. E fique tranquila... Não iremos nos mudar mais, por um bom tempo. - ele disse, rindo.
- Assim espero! - eu brinquei e ri.
Depois do café, recebi uma ligação. Era Joe.
- Mãe, pai, Joe quer me mostrar mais alguns lugares da cidade... Será que... Eu posso...
- Claro querida! Vá. - meu pai disse.
- Sinta-se a vontade, filha. Queremos que você conheça tudo aqui! - minha mãe disse, sorrindo.
- Obrigada. - eu sorri. - Tchau, até depois!
- Filha, só não demore... Eu quero falar com você, depois. - minha mãe disse.
- Ok! - eu respondi.
Quando abri a porta, Joe estava me esperando na esquina.
- Oi. - ele disse, sorrindo.
- Oi! - eu respondi.
- Bem, vamos? Vou te mostrar o parque Sands Vale hoje.
- Hm, gostei do nome. - eu disse, sorrindo.
Quando chegamos, o parque era perfeito. A grama era toda verdinha. Arvores lindas, flores de vários tipos. Eu devia estar sonhando.
- Demi... Eu preciso... Te contar uma coisa... - ele disse.
- Fale. - eu sorri.
- Eu... Desde que... Você chegou aqui... - ele disse, olhando em meus olhos.
- Continue, sem pausas. - eu ri.
- Eu não parei de pensar em você. - eu não sabia o que dizer.
De repente, ele se aproximou de mim. Colocou as mãos em minha cintura, e seus lábios quentes tocaram os meus, de leve. Depois, ele me puxou mais pra perto, e nos beijamos com mais intensidade.
- Joe! - eu disse, sem fôlego, me afastando.
- Demi... Me desculpe... Eu... Eu... Me desculpe, eu não queria! Desculpe.
Ele saiu correndo. Não me esperou dizer nada.
Meu coração estava totalmente acelerado. Eu não sabia o que fazer. Eu tinha amado aquilo, e talvez, ele tenha pensado o contrário.
A cena, voltou na minha mente por várias vezes. O gosto de seus lábios, permaneceu na minha boca por muito tempo, e o que eu mais queria, era que aquilo acontecesse novamente, o mais rápido possível.
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
7°Capítulo: Acho que estou amando.
Narrado por: Joe.
De repente, acordei. Eu estava feliz, e talvez, eu estivesse apaixonado pela Demi. Podia parecer precipitado, mas eu sabia quando eu realmente gostava de alguma garota. Principalmente, uma garota como ela.
Olhei no relógio, e ainda eram duas horas da manhã. Fui até a cozinha, tomei um copo d'água, e voltei para o meu quarto. Me joguei na cama, e fechei os olhos, tentando voltar a sonhar com Demi.
Joe, Offline.
Narrador: Demi.
Eram duas horas da manhã. Eu não estava conseguindo dormir. Só conseguia pensar no Joe. O passeio tinha sido um máximo, e eu cheguei em casa tão reluzente, que talvez, meus pais tivessem percebido o sentimento que estava no meu coração.
Eu fui até a cozinha, tomei um copo d'água, e voltei para o meu quarto. Ouvi meu celular tocar, e o atendi, depressa.
- Alô, Demi? - uma voz de homem dizia.
- Sim... Quem é?
- Sou eu, Joe.
- Jo-Joe! - eu gaguejei.
- Desculpe estar te ligando a essa hora... É que eu não consigo dormir e... Pensei que podia conversar com você.
- Claro que sim. - eu ri. - Não consigo dormir, também.
- Uau. - ele riu. - Bem... Está ansiosa para as aulas?
- Sim. Tomara que eu caia na sua sala.
- É! - ele riu. - Bem... Demi, eu queria te dizer uma coisa... Será que amanhã... Agente pode sair de novo?
- Tudo bem... É...
- Etão eu aproveito e te mostro mais lugares daqui.
- Tudo bem! - eu sorri pra mim mesma.
- Bem, acho que vou desligar. Vou te deixar dormir.
- Não! - eu disse, apavorada.
- Algum problema? - ele ficou preocupado.
- Não... Nossa, desculpa... - eu ri, sem jeito. - É que... Eu não consigo dormir. Não me deixe... Sozinha.
terça-feira, 26 de julho de 2011
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
6°Capítulo: Me chame por "Senhor Detetive".
Narrado por: Joe.
- Bem... Qual é o seu nome completo? - eu comecei.
- Demetria Devonne Lovato. E o seu?
- Ei, o detetive sou eu! - ela riu. - Joseph Adam Jonas. - eu ri.
- Hm... Um nome bonito. Prossiga.
- Nasceu quando?
- 20 de agosto de 1992.
- Eu nasci em 15 de agosto. - eu sorri.
- Olha só! - ela disse, revirando os olhos e rindo.
- Está gostando do passeio?
- Sim. - ela riu. - E eu te agradeço por ter me chamado.
Eu fiquei olhando para o seu rosto perfeito, e a minha única vontade, era tocar seu rosto, e seus lábios, com os meus.
Depois, continuamos conversando. Eu pedi o telefone dela, e o "msn", e depois, voltamos para casa.
Assim que eu cheguei na minha, o telefone tocou. Eram meus pais. Ligaram para avisar que estariam viajando por mais algumas semanas, e que Nick, voltaria no final desta, pois as aulas logo voltariam.
Em seguida, fui para o banheiro e tomei um bom banho. Escovei os dentes, e fui me deitar.
Logo quando fechei os olhos, a primeira pessoa que veio em minha mente foi Demi. Sonhei com ela. Estávamos em um lugar bonito.
Nós estávamos nos beijando.
- Eu te amo tanto. - ela disse, olhando em meus olhos.
- Eu tenho medo de te perder. - eu disse, a apertando.
- Por que esse medo? Isso jamais vai acontecer. - ela sorriu.
- Jura?
- Quem tem que me jurar isto é você, ora. - ela riu.
- Por que?
- Na maioria das vezes, é o homem que chuta a garota.
- Pare de ser boba, Demetria.
Ela me beijou. Depois, fomos andando, abraçados. Eu estava feliz por tê-la por perto.
Respondendo comentários.
Flavia: Awn haha, que bom que gostou da fanfic, e obrigada por seguir! Já segui seu Blog pelo meu twitter e vou postar mais agora, carrrma! SHAUISHUIAHSIU *-*
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
5°Capítulo: Eu descobri que te amo.
Narrado por: Joe.
Assim que ela fechou a porta, voltei para a minha casa, saltitante. Eu estava feliz! Entrei em casa, tomei um bom banho, me arrumei, e quando vi, já eram cinco para as oito.
Meus pais e nem Nick, estavam em casa, pois estavam viajando, então, eu não teria que avisar nada. Saí de casa correndo, e fui até a casa dela.
Eu toquei a campainha.
- Olá, rapaz. - o pai dela atendeu.
- O-Oi. - eu disse, com medo. Ele parecia bravo.
- Pode entrar, e não se preocupe. - ele percebeu o medo em meu rosto, e riu. - Demi já nos contou que vocês irão sair. Bom da sua parte convidá-la. Um novo amigo é sempre bom.
- Sim. - eu disse, sorrindo e entrando. - Com licença.
- Olá, querido. - a mãe dela disse, me cumprimentando. - Dianna, prazer.
- Joe, muito prazer senhora.
- Oi, Joe. - Demi estava deslumbrante, e veio me cumprimentar com um beijo no rosto.
- O-Oi, Demi. - eu sorri.
- Vamos?
- Claro. - eu respondi.
- Até mais, mãe, pai.
- Até, queridos.
Fomos até lá fora, e partimos até o parque.
- Uau, você... Você está deslumbrante. - eu disse, sorrindo.
- O que é isso... - ela sorriu, tímida. - Você também está ótimo. - ela riu.
- Bem, vou te levar em um dos melhores parques daqui. A essa hora, não tem ninguém por lá. Fica tudo calmo. É melhor. - eu sorri.
- Obrigada por estar me mostrando os lugares.
- Ei, este é só o primeiro. De muitos. - rimos juntos. - Olha, me desculpe. - eu continuei.
- Pelo o que?
- Eu fui precipitado em te convidar para sair... Acabei de te conhecer e... - ela me interrompeu.
- Pare com isso! - ela riu. - Você me convidou para me mostrar a cidade. Isso não foi nada demais. Você, só quer ser meu amigo. Não é?
- Claro! - eu disse, sorrindo. - Amigos.
- Você é um cara legal, sabia? - ela riu. - Eu sempre demorei para me enturmar nas cidades novas, e... Talvez você tenha tirado esse meu receio.
- Uau! - eu ri. - Estou me sentindo o máximo agora! - ela riu.
- Espero que sejamos amigos por muito tempo. - ela disse, olhando em meus olhos.
- E vamos ser. Bom, vamos comer?
- Demorou! - ela disse, rindo.
- Aqui tem um dos melhores cachorros quentes da região!
- Hm, delícia!
Rimos juntos, e fomos fazer o nosso pedido. Depois, fomos andando, até chegarmos ao banco, e lá sentamos e continuamos comendo nosso lanche.
- Será que... Eu podia lhe fazer algumas perguntas? - eu disse.
- Claro! Se vamos ser amigos, você precisa ser como um detetive. - ela riu.
- Engraçadinha. - rimos juntos.
- Pode começar, senhor detetive. - ela riu.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
4°Capítulo - Parte 3: Coincidências não existem.
Narrado por: Demi.
Depois daquela pequena conversa, voltei para a minha casa. Expliquei tudo a minha mãe, e ela concordou. Fui até meu quarto, e me joguei no chão. Aquele garoto com toda a certeza, havia mexido comigo. Ele era lindo, perfeito. Ele, me fez relembrar aquele sonho que tive, e então, me toquei: o garoto do meu sonho, era ele! Eu disse pra mim mesma.
Levantei do chão, e me joguei na cama, sorrindo. Ele havia dito, no sonho, que iriamos nos encontrar, e foi o que realmente aconteceu! Eu estava feliz demais.
Demi, Offline.
Narrador: Joe.
Assim que aquela garota, Demi, havia ido embora, eu fui para o meu quarto, e me sentei na cama. Ela havia mexido comigo. Ela era linda, delicada. Perfeita. Meu coração estava disparado, e eu não conseguia acalmá-lo. Eu permaneci ali, pensativo, por alguns instantes, e então, resolvi ir até a casa dela.
Ela abriu a porta.
- Jo-Joe! - ela sorriu.
- Oi. - eu disse, tímido.
- Algum problema? - ela parecia preocupada.
- Não... É... Eu vim aqui saber se... Se você não quer sair hoje, comigo.
- Nossa. - ela riu.
- Pode parecer precipitado, mas... - ela me interrompeu.
- Não seja bobo. - ela riu. - Claro que quero sair com você.
- Jura? - eu disse, feliz para me conter.
- Sim. - ela riu.
- Nossa, tudo bem, então. Te pego as oito, pode ser? - eu disse, olhando em seus olhos perfeitos e brilhantes.
- Perfeito. - ela disse.
- Tchau. - dissemos um ao outro.
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
4°Capítulo - Parte 2: Coincidências não existem.
Narrado por: Demi.
Tomei um bom banho, e me arrumei. Peguei minha bolsa, alguns acessórios, e fui até a cozinha.
- Pronto, mãe. - eu sorri pra ela.
- Hm, tem certeza que só vai passear pelo bairro? - ela disse.
- Claro. - eu respondi.
- Está bonita demais. - ela sorriu, maliciosa.
- Mãe! - eu ri.
- Querida, aproveite e pergunte a alguém vizinho, aonde fica a Winsley High School.
- Por que? - eu fiquei surpresa.
- Enquanto você estava tomando seu banho, pedi ao seu pai para ir te matricular.
- Sério, mãe? AAAH! - eu fui abraçá-la.
- Sim, sim! - ela riu. - Ande, vá passear, e não esqueça de perguntar!
- Claro mãe, pode deixar! Oh Deus, esse é o dia mais feliz da minha vida.
Eu sai de casa reluzente, e minha mãe, estava rindo, feliz por me ver feliz.
Comecei a andar pelo bairro, e as ruas eram impressionantes! As praças, tudo. Tudo era simplesmente maravilhoso!
Quando eu estava voltando para casa, me lembrei de perguntar para algum vizinho, sobre a escola. Decidi retirar as informações na casa vizinha da minha. Toquei a campainha.
Um garoto lindo, alto, e bem vestido me atendeu.
- O-Oi! - ele disse, ao me ver, tocando a cabeça.
- Oi. - eu estava tímida.
- É, é a nova vizinha... Ce-Certo? - ele gaguejava.
- Sim... - eu soltei um riso fraco. - Vim tirar algumas dúvidas, será que... Eu posso?
- Entrar? Cla-Claro! Nem precisa... Pedir. - ele sorriu tímido para mim.
- Obrigada.
Assim que eu entrei em sua casa, era tudo muito deslumbrante. Ele estava sozinho.
- Sente-se.
- Obrigada. - eu respondi.
- Prazer, eu sou o Joe. - ele disse, se sentando ao meu lado, e pegando em minha mão.
- Demi, prazer. - eu sorri.
- Bem... Prazer, Demi. - ele sorriu, ainda muito tímido. - O que quer? - ele continuou.
- Meus pais me matricularam na Winsley High School, segundo ano. Gostaria de saber aonde o colégio fica.
- Puxa, eu também estudo lá! E estou no segundo ano, também. - ele sorriu, reluzente.
- Que... Que ótimo. - rimos juntos.
- Tenho uma ideia melhor, do que te dizer o caminho até lá. Que tal se... Semana que vem, quando as aulas começarem, formos juntos até a escola? Meu irmão também estuda lá... Se você quiser... - eu o interrompi.
- Pra mim parece ótimo. - eu sorri.
- Uau. Tudo bem, então. Agente... Agente se vê.
- Legal. - rimos.
- Foi bom te conhecer, Demi.
- O mesmo. - eu disse, olhando em seus olhos.
domingo, 24 de julho de 2011
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
4°Capítulo - Parte 1: Coincidências não existem.
Narrado por: Demi.
Não consegui acreditar. Eu fiquei perguntando a mim mesma: como meus pais conseguiram comprar essa casa maravilhosa? É tão surpreendente.
Quando meu pai finalmente abriu a porta, eu entrei na casa correndo. Os cômodos eram perfeitos! As paredes pintadas, a casa toda perfeitinha, só precisávamos colocar os móveis! Eu estava feliz demais.
Subi as escadas. Comecei a andar por cada cômodo. Eu estava surtando.
- Mãe, pai! Oh meu Deus, essa casa é maravilhosa! - eu disse, gritando, pulando, e indo abraçá-los.
- Como vocês conseguiram comprá-la? - eu continuei.
- Já tínhamos tudo em mente, querida. Eu estava guardando dinheiro há dois anos atrás!
- Meu Deus, eu não posso acreditar! - eu sorri e pulei. - Isso aqui é simplesmente perfeito! Quando vamos colocar os móveis? Eu quero ver meu quarto! AAAAAAAH! - eles riram da minha extrema felicidade.
- Calma, Demi. - minha mãe disse, rindo. - O caminhão com a mudança, já deve estar chegando.
- Eu quero conhecer tudo por aqui! Eu quero fazer novas amizades, tanto no bairro como na escola nova. Eu estou muito, muito feliz, mãe! - eu não conseguia me conter, é.
Eu permaneci elétrica daquele jeito por alguns minutos, e então, finalmente, o caminhão com as mudanças chegou.
Demoramos uns trinta minutos para trazermos os móveis para dentro, e umas duas horas e meia para arrumarmos tudo.
Depois de pronta, e com todos os móveis, a casa ficou mais deslumbrante do que já era.
Meu quarto, eu não pude arrumar. Minha mãe disse que queria fazer uma surpresa pra mim. E então, quando terminamos, pude ir até lá, e ver como ele havia ficado.
Quando eu abri a porta, e entrei no meu quarto, e o vi, do jeito que eu sempre quis que ele fosse, eu quase desmaiei de tanta felicidade. A minha sorte, é que meus pais estavam atrás de mim. Se eu caísse, eles iriam me segurar!
- Mãe, pai, é maravilhoso! Obrigada! - eu sorri, e os abracei.
- É bom que você tenha gostado, querida! Ficamos felizes. - meu pai disse.
- Mas é claro que eu fiquei feliz! Eu estou eletricamente feliz! - eu ri.
- Percebe-se. - minha mãe disse. Todos rimos.
Depois, eles deixaram eu curtir meu novo quarto. Eu me joguei na cama, liguei o computador, coloquei minhas roupas no guarda roupa, e fiz tudo o que eu tinha direito.
Quando arrumei tudo, fui até a cozinha.
- Querida, não quer ir conhecer a vizinhança? - minha mãe disse.
- Tudo bem, mãe. Vou tomar um banho, me arrumar, e já vou. - eu sorri pra ela, e fui para o banheiro.
sábado, 23 de julho de 2011
Um amor pra recordar.
1ª TEMPORADA.
3°Capítulo: Aviões me assustam.
Narrado por: Demi.
Me levantei da cama, cambaleando. Eu estava meio assustada com aquele sonho, pois eu jamais tinha sonhado com alguém que eu não conhecia.
Olhei no relógio, e eram seis horas da manhã. Minha mãe bateu na porta, e entrou.
- Bom dia, meu anjo. - ela disse, me dando um beijo na testa.
- Bom dia, mãe. Estou ansiosa para a viagem! - eu ri.
- Eu sabia que você não ia ficar estressada por muito tempo. - ela revirou os olhos, e riu.
- Vou tomar um bom banho, arrumar mais algumas coisas, e eu desço logo.
- Tudo bem, querida. Vamos tomar café antes de sairmos, tá bem? - ela disse, sorrindo para mim e saindo do quarto.
- Ok, mãe. Me arrumo em minutos. - eu sorri.
Fui para o banheiro, escovei os dentes, fiz tudo o que tinha que fazer, e entrei no chuveiro para tomar um bom banho. Em seguida, me arrumei.
O clima, não estava frio, nem quente. Coloquei uma regata com desenhos bonitos, um casaco de lã, sem mangas, e um short curto, preto. Soltei o cabelo, coloquei algumas pulseiras, e arrumei mais algumas coisas. Peguei uma bolsa preta, que eu adorava, e meu livro favorito. Eu queria ler no avião, para me distrair. Aviões sempre em assustaram.
Já pronta, fui até a cozinha.
- Oi, querida. - disse Eddie.
- Oi, pai. - eu sorri.
- Sua mãe me disse o quão você está ansiosa.
- Sim. - eu sorri. - Eu quero muito me mudar. - eu gargalhei.
- Ótimo. - ele riu. - Fico feliz pela sua decisão, querida.
- Vamos, vamos. Tomem café. Vamos sair daqui a pouco. - minha mãe disse.
Tomamos nosso café da manhã, e partimos até o aeroporto. Cegando lá, senti um frio na barriga. Algo me dizia, que eu me daria super bem naquela nova cidade. Era tudo o que eu mais queria.
Chegou a hora do nosso voo, e fomos a caminho do avião. Entramos, e eu sentei do lado da janela. Meus pais, sentaram do meu lado. Eu comecei a respirar fundo. Estava passando mal.
- Querida, tudo bem? Você está pálida. - minha mãe disse, fazendo carinho em meu braço.
- Estou com um pouco de enjoo, mãe. Normal. Isso sempre acontece quando eu entro em algum avião. - eu ri.
O avião levantou voo, e eu segurei firme na mão de minha mãe.
Quando já estávamos em mais ou menos quinze minutos de voo, meu estômago sossegou. Finalmente, eu disse pra mim mesma.
Abri meu livro, e comecei a ler. Aquele, era um dos meus favoritos. Crepúsculo.
Eu estava tão atenta naquela maravilhosa história, que me esqueci de aonde estava, e de repente, o avião pousou. Eu senti meu riso se mostrar, involuntariamente. Eu estava ansiosa demais para me conter.
Descemos do avião, e pegamos nossas malas.
- AHHHH! Estou ansiosa para ver nossa casa! - eu disse, gritando e rindo.
- Calma querida. - minha mãe riu.
- Vocês já compraram a casa, né? - eu disse, desconfiada.
- Claro, querida. - meu pai disse, rindo.
- Ufa. - eu disse, aliviada.
- Vamos? - meus pais disseram.
- Claro! - eu ri.
Pegamos um táxi até lá, e quando chegamos, eu simplesmente me surpreendi. O bairro era maravilhoso, e a nossa casa nova então, nem se fala! Eu fui correndo até a porta, rindo, me sentindo livre.
- Abra logo, pai! - eu disse, pulando.
- Demi, não se desespere. - ele riu, abrindo a porta.
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